01/12/16





A família de Ayrton Senna recebeu várias propostas de estúdios para contar a vida do piloto – morto em 1º de maio de 1994 – em um filme. Mas eles não aprovaram dois roteiros que contavam sua história porque eram baseados no livro da apresentadora Adriane Galisteu -namorada do piloto na época de sua morte -  “O Caminho das Borboletas”, lançado apenas seis meses após a morte do piloto.

A ideia dos projetos abortados era contar não só a paixão do piloto pelas pistas, mas também pela loira. Entretanto, os irmãos e pais de Senna não consideraram Galisteu como o “grande amor da vida” do famoso.

De acordo com o colunista Ricardo Feltrin, o Instituto Ayrton Senna não quis comentar o assunto, mas a família de Ayrton sempre negou que tivesse algo contra a apresentadora.

Vale lembrar que, no documentário sobre o piloto lançado em 2010, feito com aval e sob supervisão da família, Adriane apareceu por poucos segundos, e teve ao menos um depoimento cortado da versão final. 


No lugar de Adriane Galisteu, Xuxa Meneghel sempre foi tratada como uma espécie de “primeira-viúva” de Ayrton Senna pela família do piloto. Xuxa namorou Senna no final da década de 1980.

fonte: msn
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